Ministério da Saúde lança a 18ª Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe

Conheça os sintomas, a prevenção e o tratamento da gripe H1N1

Por Laís Esteves

Em 2016, o Ministério da Saúde lança a 18ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A campanha começa no dia 30 de abril e termina em 20 de maio. Segundo informações do Ministério, estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

De acordo com o médico Gustavo Kohl Greghi, os sintomas da gripe H1N1 consistem em febre alta e repentina, mal estar, cefaleia intensa, dores no corpo, cansaço ardência nos olhos e tosse seca – que em alguns casos pode provocar falta de ar.

Segundo Greghi, a higiene e a vacinação são os meios de prevenir a doença. “Quanto à prevenção, um dos métodos mais eficazes para prevenir a gripe é a vacinação inicial dos grupos de risco e da população em geral. Além disso, devemos evitar o compartilhamento de copos, evitar colocar as mãos em maçanetas, dinheiro, chaves e levar as mãos ao nariz, olhos e a boca, pois ao contrário do que se pensa, a principal forma de contágio não é pelo ar, mas por meio do contato com a mucosa. Além disso, utilizar álcool em gel e lavar as mãos com frequência. O paciente com a doença deve utilizar a máscara em locais públicos para evitar a disseminação do vírus. Nesse período, as pessoas devem evitar locais aglomerados” explica.

Além disso, é importante ressaltar que o Ministério da Saúde oferece a vacina preferencialmente aos grupos de risco. “A rede pública dá preferência aos grupos de risco, ou seja, pessoas mais vulneráveis. No caso, crianças de 6 meses 5 anos, idosos, grávidas e pacientes com doenças crônicas. No entanto, seria ideal que toda a população fosse vacinada”, comenta o médico.

O tratamento consiste em hidratação, boa alimentação, uso de analgésicos, ou que oferecem bem estar ao paciente. “O Ministério da Saúde recomenda o uso do Oseltamivir, conhecido como Tamiflu. No entanto, este não é um consenso entre os médicos. Alguns médicos apenas recomendam a hidratação, lavagem nasal e o uso de medicamentos sintomáticos. Isso pode variar na prática, de acordo com o profissional. Além disso, alguns pacientes podem necessitar de tratamento hospitalar, dependendo dos sintomas e das condições de cada pessoa”, explica Greghi.

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