Coletivo Prisma: espaço de (des)contrução de identidades

Texto e fotos por Lucas Zanetti

 

O Brasil possui dados alarmantes quando tratamos das minorias sociais. Em nosso  país um LGBT morre a cada 27 horas, vítima de LGBTfobia. 90% das pessoas travestis e transexuais tem a prostituição  como meio de  vida, enquanto a expectativa de  vida desse grupo é de apenas 30 anos. Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são privados de diversos espaços sociais  devido  a  discriminação. A  família,  a  escola  e  a  igreja,  por  exemplo  passam  a  ser ambientes  de  humilhação  e  violência  e  insustentável  para  muitas  pessoas  que  fogem  do padrão binário e heteronormativo da nossa sociedade. Por esse motivo, é preciso criar um espaço de acolhimento e empoderamento, onde essas pessoas possam discutir questões políticas,  sociais e  culturais e  compartilhar  suas vivências. Um coletivo pode ter diversas funções. O Coletivo Prisma é um espaço onde a população LGBT da Unesp de Bauru podem trocar  experiências  e  se  engajarem  na  causa.  ‘’Para  mim,  o  Coletivo  é  um  espaço  muito significativo.  É  um  porto  seguro,  o  QG  de  uma  batalha  social  que  travamos  diariamente contra  a  intolerância  na  universidade,  uma  forma  de  talvez  um  dia  alcançar  a representatividade  no  campus’’,  explica  a  estudante  Grabriela  Ramos,  integrante  do coletivo.

As reuniões acontecem toda quarta ­feira, às 17h30 no bosque da Unesp. Confira as fotos:

 

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