A pele que habitam

Um ensaio sobre partes do outro

Por Giovana Amorim

Quando se nasce, mais do que um número adicional no mundo, é criada uma identidade. Identidade porque, mesmo sem criar personalidade, o ser que nasceu já têm suas características próprias, suas marcas, seu DNA.

Se conectar consigo mesmo, ao passar do tempo, já é tarefa difícil. Conectar-se ao outro então, quase sai da órbita. Empatia e sensibilidade podem ser termos abrangentes, mas trata-se de entender existências alheias por reconhecer nelas algo próprio, quase íntimo. É só assim que se constrói uma vida livre de amarras: sem prender as liberdades alheias.

Esse ensaio singelo pretende mostrar pequenas partes de corpos aleatórios, com suas marcas, suas texturas, sua identidade singular. Quem sabe não nos reconheçamos nelas e passemos uma cuidar do outro como alguém tão significante quanto nós?

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