Capitolina: uma revista on-line independente voltada para meninas

A revista on-line é mensal e cada edição tem um tema. Foto: reprodução/site

A revista on-line é mensal e cada edição tem um tema. Foto: reprodução/site.

Por Livia Cadete

Capitolina é o verdadeiro nome de Capitu, personagem emblemática do romance “Dom Casmurro“, de Machado de Assis. A Capitolina nasceu inspirado na forte protagonista e do sonho de levar informação diversa e inclusiva para jovens meninas.

A revista independente e sem fins lucrativos conta com três editoras, vinte coordenadoras e mais de cem colaboradoras mensais, de idades e localizações variadas. Os conteúdos surgem da troca de ideias entre as colaboradoras, sempre atentas ao que acontece no mundo. “Algumas vezes, são coisas que achamos necessidade de falar mais ou que estão sendo tratadas de maneira incorreta. Como sempre, buscamos ter uma variedade de garotas na revista para sempre termos uma variedade de assuntos que queremos tratar”, explicam as colaboradoras.

Larissa Régia descobriu a revista há 4 anos e conta que o conteúdo a ajudou a se tornar mais politizada e entender diferentes assuntos. “Gosto da Capitolina porque é uma revista para adolescentes, e todas somos em qualquer idade, sobre vários assuntos. Gosto da linguagem clara, leve e não doutrinada sobre os assuntos”, conta ela.

Sucesso entre as adolescentes, a Capitolina ganhou um livro com suas melhores publicações. “Achei o livro um ótimo instrumento de discussão e empoderamento”, conta Fernanda Nascimento que buscou uma maneira fácil de ensinar o feminismo para sua filha.

Capitolina é destinada ao público feminino e fala sobre diversos assuntos que envolvem a vida das garotas. Foto: reprodução/site.

Capitolina é destinada ao público feminino e fala sobre diversos assuntos que envolvem a vida das garotas. Foto: reprodução/site.

As publicações são mensais e se adequam a um tema escolhido. Além disso, a revista tem colunas diárias. A revista também enfrenta dificuldade para atingir seu público apesar dos jovens serem mais propensos a leituras on-line. “Entendemos que nem todas as pessoas têm acesso à internet ou tenham o costume de acessar mídias alternativas, assim deixamos de atingir muitas meninas”, relatam as colaboradoras.

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