O popular somos nós

Um ensaio sobre aqueles músicos que estão ao nosso redor

Por Giovana Amorim

Ícones são além da mídia. Das pinturas sagradas nas igrejas orientais até as plataformas da indústria cultural, eles representam culto, valorização, identidade. Se relacionar com ícones é ver refletida na imagem do outro o traço da possibilidade, da vontade e da admiração. Na cultura de massa, cada vez mais e sempre, surgem pessoas icônicas movendo multidões e conversando com pensamentos. As diferenças estão muito mais na mensagem trazida em sua performance, seja ela escrita, cantada, dançada ou feita de qualquer forma que expresse um pedaço daquela existência. Musicalmente, é sabido que o universo pop não só cultua ícones mas também os produz, criando confusão estética e cultural. Daí existirem tantas pessoas aplaudidas por multidões só por um segundo, pois têm apenas um hit a dizer. Ainda bem que não são todos. Grandes músicos, em diferentes lugares do mundo, são capazes de conectar os continentes em um só clique. Com mensagens sociais poderosas, podem gerar reconhecimento até no mais remoto dos lares. É por isso que esse ensaio, mais do que reproduzir fotos de três músicos conhecidos globalmente, quer trazer um pouco das cores e da beleza entrando na vida de quem os admira. Pessoas comuns mas icônicas, fazendo o significado de pop ir além do sucesso e encontrar a vida. Como ela é.

 

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